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O retorno de Whitney Houston como um ato de remissão
22/05/2019 18:52 em Música

Whitney Houston nos deixou em 2012 após perder a luta contra as drogas. De lá pra cá, dois documentários se dedicaram a fazer uma devassa na carreira e principalmente na vida pessoal da cantora.

O primeiro filme é de 2017, intitulado de "Whitney: Cam I Be Me", que além dos já conhecidos problemas com drogas, revelou que a cantora teria tido um suposto romance com a sua assistente pessoal, Robyn Crawford.

  

Trailer filme "Whitney: Cam I Be Me" (2017)

 

O segundo filme é de 2018, cujo título é simplesmente "Whitney". Nesse, o diretor Kevin Macdonald, além de esmiuçar os dramas já conhecidos, busca responder quais seriam as causas que impediam Houston de se livrar do vício.

Através de entrevistas com pessoas próximas, inclusive com o ex-marido Bobby Brow, descobre-se após 90 minutos de filme que Whitney Houston, quando jovem, teria sido abusada por parentes enquanto a mãe estava em turnê. Neste caso, o pivô da polêmica teria sido a cantora Dee Dee Warwick, que morrera em 2018 e era prima de Whitney Houston.

 

Trailer filme "Whitney" (2018)

 

Agora, depois de dois filmes documentais devastadores, Pat Houston, cunhada da cantora e executora de seu espólio intelectual, assinou contrato com a Primary Wave Music Publishing, uma empresa de música e marketing, para recuperar a imagem de Whitney Houston.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o acordo é estimado em US$ 14 milhões e prevê a aquisição de 50% desse espólio, o que inclui royalties de música e cinema, merchandising e a exploração de nome e imagem.

A ideia agora é fazer o público lembrar do legado de Whitney num contexto mais positivo. No radar da da empresa de marketing estão um espetáculo musical da Broadway e um outro no estilo de Las Vegas. 

Também há planos de uma turnê em holograma e um novo disco com as faixas não usadas no álbum de estreia, de 1985. É aguardar pra ver.

 

Da redação

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